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Aulas de Portugues para concursos

É comum ouvirmos dizer que APOSTO É O TERMO DA ORAÇÃO QUE EXPLICA, ESCLARECE, RESUME OU IDENTIFICA UM NOME (SUBSTANTIVO OU PRONOME QUE O ANTECEDEM) SEPARADO DESTE POR VÍRGULA, TRAVESSÃO, DOIS PONTOS OU PARÊNTESES. É claro que, na maioria dos casos isso é verdade, contudo existe um aposto chamado de especificativo, que não pode vir jamais separado do nome que o antecede. Vamos observar alguns exemplos iniciais:

1. “Dom Casmurro, obra-prima de Machado de Assis, é uma profunda análise do comportamento humano.” 4 obra-prima de Machado de Assis é um aposto explicativo, logo sua separação por meio de vírgulas, travessões ou parênteses é obrigatória.

2. “Havia na praia muitas pessoas: turistas, crianças, vendedores ambulantes e jogadores.” 4 Todo o termo posposto aos dois pontos classifica-se como um aposto enumerativo, pois pontua quantitativamente as pessoas enunciadas anteriormente.

3. Joias, quadros relógios, tudo já foi embalado. 4 O pronome indefinido tudo está nitidamente resumindo os três substantivos que o antecedem, por isso o chamaremos de resumitivo.

Veja que nos três exemplos acima todos os tipos de aposto vieram separados dos seus referentes por meio de pausas, contudo, nos exemplos que se seguirão, explicitaremos o aposto especificativo e notaremos que, com ele, as regras de pontuação não serão as mesmas.

4. Entregamos as encomendas na Rua Nova.

5. A Ponte Velha está passando por algumas reformas.

As frases acima apresentam algum tipo de aposto? Se você olha apenas para os sinais de pontuação, fatalmente responderá que não! Não há aposto nessas orações. O engano ocorre justamente por não observarmos que existe um tipo de aposto que possui uma característica particular: torna específicos os elementos que inicialmente são genéricos. RUA e PONTE poderiam ser substantivos comuns se não fossem os APOSTOS ESPECIFICATIVOS NOVA e VELHA para especificá-los.

Jamais deveremos confundir aposto especificativo com adjunto adnominal, já que este serve simplesmente para atribuir qualificação ao nome a que ele se refere; por nenhum momento eu pensei que NOVA e VELHA fosse a qualificação da rua ou da ponte e sim seu nome, sua especificação; o que me faz ter clareza em relação à função sintática do aposto.

E, se por algum momento, você pusesse vírgulas isolando NOVA e VELHA? O sentido da sua oração se alteraria completamente, pois passaríamos a entender nova e velha como vocativos - veja a confusão que você causou! Analisemos outros exemplos:

6. “Na Imbiribeira existe a Rua Grasiela.” 4 Grasiela = aposto especificativo (designa o nome da rua)

7. “Na Imbiribeira existe a rua, Grasiela.” 4 Grasiela = Vocativo (termo que explicita com quem o enunciador está falando.

Mais uma vez percebemos o quanto o uso da vírgula é proveitoso e o quanto temos que prestar atenção nele. Bom domingo para todos e até a próxima!


* Fabiana Ferreira é licenciada em Língua Portuguesa e Espanhola pela UFPE, especialista em Gramática Normativa e professora de Português do Nuce. fabiana_nuce@yahoo.com.br

Dicas de portugues - Coesão e coerência textual: onde entra a análise do sentido?

Estamos ultimamente nesta caminhada, falando de sentido. Vamos focar agora num assunto que é muito comum ser abordado pela Cespe/UnB que é o uso de elementos anafóricos - termos que resgatam palavras ou expressões que já foram usadas no texto - representados em geral por pronomes. Afunilando um pouco mais a discussão, focaremos os pronomes demonstrativos e relativos que muitas vezes são usados como anafóricos na construção do sentido.

Vejamos: “O marco da previdência social brasileira é a publicação, em 24 de janeiro de 1923, da Lei Elói Chaves, que determinou a criação da Caixa de Aposentadorias e Pensões para os empregados das empresas ferroviárias.” Neste trecho, percebemos que o único substantivo antecedente do “QUE” que tem potencialidade para determinar a criação da caixa de Aposentadorias e Pensões é a Lei Elói Chaves. Então, nesse caso, comprovamos que a partícula “QUE” tem como referente o antecedente “Lei Elói Chaves”.

Mais um exemplo: “As provas de Juliana, que está na sala ao lado, estão sendo corrigidas pelo reitor da Universidade”. Nesse caso específico, tanto as provas quanto Juliana têm potencialidade para “estarem na sala ao lado”, logo, como será a resolução quanto ao referente do pronome relativo “QUE”? O número do verbo resolverá o nosso problema, pois as provas é plural; Juliana é singular e o verbo que sucede o pronome relativo “QUE” está no singular. Então se Juliana está na sala ao lado, “QUE” = Juliana.

Vamos relembrar as regras que se referem aos pronomes demonstrativos:

Quem resgata... Usa “esse” e flexões Fiz todo o exercício. Esse não me causará mais dificuldades.

Quem anuncia...

Usa “este” e flexões

Nunca fiz isto: mentir.

Quem resgata dois elementos Usa “este”para o mais próximo

Lula e FHC entraram na história: este,

e “aquele” para o mais distante na dos ricos; aquele, na dos pobres.

Lembre-se de que é fazendo provas (principalmente da Cesp/UnB) que nós vamos tendo mais familiaridade com as questões que envolvem coesão e coerência. Um grande abraço e até o próximo domingo!



*Fabiana Ferreira é licenciada em Língua Portuguesa e Espanhola pela UFPE, especialista em Gramática Normativa e professora de Português do Nuce. fabiana_nuce@yahoo.com.br

Dicas de portugues - Mecanismos de Coesão

Os mecanismos de coesão estão a serviço da coerência?

Em primeiro lugar, antes de respondermos à pergunta feita no título, necessitamos conceituar, mesmo que de maneira superficial, o que é coesão e coerência até chegarmos à intersecção entre as duas. Coesão é a “costura”, a organização superficial dos termos em um enunciado. Como ele se organiza, como ele se apresenta... Já a coerência habita na esfera do sentido, numa camada mais profunda do texto e que, na sua essência, independe de elementos superficiais para se realizar. A coerência depende em muito de processos “mentais”, cognitivos para ocorrer.

Mas, a propósito, onde coexistem a coesão e a coerência? Elementos como conjunções, palavras de remissão (que resgatam outras que já foram usadas anteriormente) se colocam a serviço da coerência, a serviço da consecução do sentido, logo devemos analisar quais são os elementos coesivos adequados a serem usados em determinados contextos.

A fim de ilustrar melhor esse assunto, vejamos algumas conjunções que estão sendo muito usadas em provas e que, por não serem comuns, muitas vezes não atingem seu objetivo: auxiliar no alcance da coerência.


Conquanto = embora Concessiva - exprime oposição

Porquanto = pois Explicativa

No entanto = porém Adversativa - exprime oposição

Não obstante = embora Concessiva - exprime oposição


Na frase: “Conquanto esteja cansada, terei que trabalhar todo final de semana.”. Veja que, mesmo que não conheçamos a conjunção conquanto , percebemos que estar cansada e ter que trabalhar demonstram quebra de expectativa, oposição. Logicamente se tivéssemos feito uma escolha diferente (do tipo embora, mesmo que ainda que ) teríamos o conectivo auxiliando no processo cognitivo de obtenção de sentido.

Resumindo, há a possibilidade de a escolha dos conectivos se colocar a serviço da coerência. Mas não paramos por aí nessa busca. Há muitos outros mecanismos de coesão que trabalharão para promover o sentido. Esses, analisaremos no nosso próximo encontro. Até domingo e estudem!


* Fabiana Ferreira é licenciada em Língua Portuguesa e Espanhola pela UFPE, especialista em Gramática Normativa e professora de Português do Nuce. fabiana_nuce@yahoo.com.br

Português fácil - Intertextualidade

Nesta semana um aluno que estuda para concursos há pouco tempo procurou-me com uma dúvida sobre intertextualidade. Ele não conhecia a definição desse “fenômeno” e por isso não respondeu à questão - nem a leu...

Vamos definir? A intertextualidade é um “diálogo” entre textos. Evidentemente, a intertextualidade está ligada a “conhecimento de mundo”, que deve ser compartilhado, ou seja, comum ao produtor e ao receptor de textos. A intertextualidade pressupõe um universo cultural comum, amplo e complexo, pois implica a identificação / o reconhecimento de remissões a obras ou a textos / trechos mais, ou menos conhecidos, além de exigir do interlocutor a capacidade de interpretar a função daquela citação ou alusão em questão.

Voltando à questão do aluno... o texto usado pelo IPAD foi um artigo de Sírio Possenti chamado PALAVRÕES. Publicado em 17 de dezembro de 2009 no Terra Magazine.

(...)

“Lendo qualquer texto que trate de tabus linguísticos (palavrões são os exemplos mais claros), descobrem-se dois aspectos aparentemente contraditórios de sua vida numa comunidade linguística. Primeiro: são controlados (e não propriamente proibidos), de forma que nem todos os falantes os empregam, ou os empregam impunemente. Digamos, para simplificar bastante, que são mais admissíveis para homens que para mulheres, e são mais admissíveis em lugares privados do que em público (estádios de futebol não valem como contraexemplo, está claro).


Mas nem só de palavrão vive o tabu . Outras palavras são consideradas perigosas, e são as evitadas de alguma forma: muita gente não diz nomes de doenças, por exemplo, ou não tem coragem de dizer “morrer” (diz “faltar”) nem “diabo” (no máximo, diz “diacho”, o que permite expressar uma carga emotiva e, ao, mesmo tempo, evitar que o Cujo apareça ou aja). Quem leu Grande Sartão: Veredas sabe o quanto Riobaldo evitava dizer o nome dele. De quebra, aprendeu um bom número de nomes “alternativos.”

O IPAD perguntou aos candidatos em que passagem do texto havia a realização explícita do processo da intertextualidade. Eu destaquei a expressão no texto: Mas nem só de palavrão vive o tabu. O escritor para agregar um aspecto a mais ao assunto “tabu linguístico” valeu-se da “paródia” ao texto bíblico “Não só de pão vive o homem”(Dt 8,3), de amplíssima divulgação. Só percebemos o processo intertextual porque conhecemos o intertexto (texto base - bíblico). Revejamos a definição citada na introdução: “A intertextualidade pressupõe um universo cultural comum, amplo e complexo, pois implica a identificação / o reconhecimento de remissões a obras ou a textos / trechos mais, ou menos conhecidos , além de exigir do interlocutor a capacidade de interpretar a função daquela citação ou alusão em questão.”. Continuaremos a conversar sobre esse assunto no próximo domingo, até lá.


* Fabiana Ferreira é licenciada em Língua Portuguesa e Espanhola pela UFPE, especialista em Gramática Normativa e professora de Português do Nuce. fabiana_nuce@yahoo.com.br

Coesão e coerência textual: onde entra a análise do sentido?

Estamos ultimamente nesta caminhada, falando de sentido. Vamos focar agora num assunto que é muito comum ser abordado pela cespe/unb que é o uso de elementos anafóricos – termos que resgatam palavras ou expressões que já foram usadas no texto – representados em geral por pronomes. Afunilando um pouco mais a discussão, focaremos os pronomes demonstrativos e relativos que muitas vezes são usados como anafóricos na construção do sentido.

Vejamos: “O marco da previdência social brasileira é a publicação, em 24 de janeiro de 1923, da Lei Elói Chaves, que determinou a criação da Caixa de Aposentadorias e Pensões para os empregados das empresas ferroviárias.” Neste trecho, percebemos que o único substantivo antecedente do “QUE” que tem potencialidade para determinar a criação da caixa de Aposentadorias e Pensões é a Lei Elói Chaves. Então, nesse caso, comprovamos que a partícula “QUE” tem como referente o antecedente “Lei Elói Chaves”.

Mais um exemplo: “As provas de Juliana, que está na sala ao lado, estão sendo corrigidas pelo reitor da Universidade”. Nesse caso específico, tanto as provas quanto Juliana têm potencialidade para “estarem na sala ao lado”, logo, como será a resolução quanto ao referente do pronome relativo “QUE”? o número do verbo resolverá o nosso problema, pois as provas é plural; Juliana é singular e o verbo que sucede o pronome relativo “QUE” está no singular. Então se Juliana está na sala ao lado, “QUE” = Juliana.

Vamos relembrar as regras que se referem aos pronomes demonstrativos:

Lembre-se de que é fazendo provas (principalmente da cespe/unb) que nós vamos tendo mais familiaridade com as questões que envolvem coesão e coerência. Um grande abraço e até o próximo domingo!

Quem resgata... Usa “esse” e flexões Fiz todo o exercício. Esse não me causará mais dificuldades.

Quem anuncia... Usa “este” e flexões Nunca fiz isto: mentir.

Quem resgata dois Usa “este”para o mais Lula e FHC entraram na história: este, na dos ricos; aquele, na elementos próximo e “aquele” para dos pobres.

o mais distante


* Fabiana Ferreira é licenciada em Língua Portuguesa e Espanhola pela UFPE, especialista em Gramática Normativa e professora de Português do Nuce.

Português Fácil

É comum ouvirmos dizer que APOSTO É O TERMO DA ORAÇÃO QUE EXPLICA, ESCLARECE, RESUME OU IDENTIFICA UM NOME (SUBSTANTIVO OU PRONOME QUE O ANTECEDEM) SEPARADO DESTE POR VÍRGULA, TRAVESSÃO, DOIS PONTOS OU PARÊNTESES. É claro que, na maioria dos casos isso é verdade, contudo existe um aposto chamado de especificativo, que não pode vir jamais separado do nome que vem antes dele. Vamos observar alguns exemplos iniciais:

1.“Dom Casmurro, obra-prima de Machado de Assis, é uma profunda análise do comportamento humano.” g obra-prima de Machado de Assis é um aposto explicativo, logo sua separação por meio de vírgulas, travessões ou parênteses é obrigatória.

2.“Havia na praia muitas pessoas: turistas, crianças, vendedores ambulantes e jogadores.” g Todo o termo posposto aos dois pontos classifica-se como um aposto enumerativo, pois pontua quantitativamente as pessoas enunciadas anteriormente.

3.Joias, quadros relógios, tudo já foi embalado. g O pronome indefinido tudo está nitidamente resumindo os três substantivos que o antecedem, por isso o chamaremos de resumitivo.

Veja que nos três exemplos acima todos os tipos de aposto vieram separados dos seus referentes por meio de pausas, contudo, nos exemplos que se seguirão, explicitaremos o aposto especificativo e notaremos que, com ele, as regras de pontuação não serão as mesmas.

4.Entregamos as encomendas na Rua Nova.

5.A Ponte Velha está passando por algumas reformas.

As frases acima apresentam algum tipo de aposto? Se você olha apenas para os sinais de pontuação, fatalmente responderá que não! Não há aposto nessas orações. O engano ocorre justamente por não observarmos que existe um tipo de aposto que possui uma característica particular: torna específicos os elementos que inicialmente são genéricos. RUA e PONTE poderiam ser substantivos comuns se não fossem os APOSTOS ESPECIFICATIVOS NOVA e VELHA para especificá-los.

Jamais deveremos confundir aposto especificativo com adjunto adnominal, já que este serve simplesmente para atribuir qualificação ao nome a que ele se refere; por nenhum momento eu pensei que NOVA e VELHA fosse a qualificação da rua ou da ponte e sim seu nome, sua especificação; o que me faz ter clareza em relação à função sintática do aposto.

E, se por algum momento, você pusesse vírgulas isolando NOVA e VELHA? O sentido da sua oração se alteraria completamente, pois passaríamos a entender nova e velha como vocativos - veja a confusão que você causou! Analisemos outros exemplos:

6.“Na Imbiribeira existe a Rua Grasiela.” g Grasiela = aposto especificativo (designa o nome da rua)

7.“Na imbiribeira existe a rua, Grasiela.” g Grasiela = Vocativo (termo que explicita com quem o enunciador está falando.


Mais uma vez percebemos o quanto o uso da vírgula é proveitoso e o quanto temos que prestar atenção nele. Bom domingo para todos e até a próxima!


* Fabiana Ferreira é licenciada em Língua Portuguesa e Espanhola pela UFPE, especialista em Gramática Normativa e professora de Português do Nuce

Super vídeo-aula de Português



CONTEÚDO DE PORTUGUÊS/GRAMÁTICA
Acentuação Gráfica – Acento agudo, circunflexo e grave
Adjetivo
Advérbio
Artigo
Colocação Pronominal
Complementos do verbo
Concordância Nominal
Concordância Verbal
Construção dos Períodos
Crase
Emprego do Imperativo e do Infinitivo
Emprego do modo Subjuntivo nas Subordinadas
Emprego dos Tempos Verbais no Indicativo e no Subjuntivo
Emprego dos Tempos Verbais no modo Indicativo
Itens que compões uma carta comercial
Predicação Verbal
Pronomes
Pronomes Demonstrativos
Pronomes Indefinidos
Pronomes Interrogativo
Pronomes Pessoais
Pronomes Possessivos
Pronomes Relativos
Regência Verbal
Substantivo
Tempos verbais
Termos Associados ao Verbo
Texto dissertativo
Verbo - Transitivo Direito, Indireto, ligação, intransitivo.
Vozes Verbais – Voz ativa, passiva e reflexiva.

Gramática da língua portuguesa - Pasquale e Ulisses

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Esta nova edição revista e atualizada acrescenta à Gramática da língua portuguesa a contribuição de todos os que, na sala de aula ou em outros ambientes de trabalho, utilizaram este livro e sobre ele refletiram. As críticas e sugestões recebidas de todos os que, de uma maneira ou de outra, têm interesse pelas questões da língua - particularmente professores e alunos - foram incorporadas pelos autores aos resultados do seu próprio trabalho no ensino médio e em cursos de aperfeiçoamento lingüístico para jornalistas e outros profissionais da comunicação. Desse conjunto de experiências e reflexões resulta este trabalho, que toma como objetivo de estudo e análise a língua portuguesa viva das salas de aula; das redações de jornais, rádios e redes de televisão; do dia-a-dia do país.

Formato: PDF
Tamanho: 1.2 Mb




Áudio - Aula de Português

Portugues

São 40 Faixas ao todo cada uma tratando de um assunto específico da língua portuguesa com um tempo total aproximando em 6 horas e meia de aulas!
*Este pacote contempla 6 CD’s de gramática da língua portuguesa abrangendo desde a simples ortografia até a interpretação de um texto.

Ano de Lançamento: 2008
Gênero: Educacional
Gravadora: Emi
Origem: Nacional
Codec do Áudio: MP3
Áudio Bitrate: 24
Tamanho do Arquivo: Aprox. 70 MB Total

Clique nos links para baixar

CD 1 - CD 2 - CD 3 - CD 4 - CD 5 - CD 6

Vídeo-aulas de Português da LFG



Gente, mais uma novidade na NET. Estas vídeo-aulas são ministradas por professores da conceituada rede de ensino LFG (Luiz Flávio Gomes). Com certeza, vale a pena baixar


Obs: Para descompactar, é interessante que vocês tenham disponível em suas máquinas o software WINRAR. Baixem todas as partes e depois cliquem com o botão direito do mouse e selecionem "Extrair aqui" ou "Extrair para lfg_-_portugues_-_tcnico_do_ministrio_da_fazenda_-_2009_por_harrissonkk67_-__01a15flv.

Vídeo aulas de Português disponibilizadas pelo Ministério da Educação

O “Portal Domínio Público”, lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores - Internet - uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.Lá vocês podem encontrar diversas vídeo aulas, que podem auxilia-los nas matérias básicas como Matemática e Português que estão sempre presentes nos concursos públicos.

Entrem no site www.dominiopublico.gov.br e sigam as instruções abaixo:


  1. Em tipos de mídia selecione vídeo;
  2. Categoria, TV Escola - Ligua Portuguesa;
  3. Clique no botão pesquisar
E vocês terão acesso aos links para salvá-los. Bons estudos. Há, tem outras categorias também, vale a pena conferir!