Mostrando postagens com marcador Motivacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Motivacional. Mostrar todas as postagens

Projeto de lei prevê fim do CADASTRO RESERVA

Existe uma parcela considerável de concurseiros que preferem prestar concursos para formação de cadastro reserva. O senso comum é de que editais para formação de cadastro têm um conteúdo programático mais brando. Por outro lado, não há segurança legal de que os aprovados sejam chamados. Esse dilema que todo concurseiro enfrenta quando se depara com a decisão de se inscrever, ou não, em um processo de seleção sem a oferta de vagas efetivas, está para ser superado. Está em tramitação no Senado um projeto de lei que proíbe a realização de concurso público exclusivamente para formação de cadastro de reserva.

A proposta (PLS 369/08), que foi aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS), obriga a indicação expressa, nos editais, do número de vagas a serem providas. De acordo com o texto, de autoria do ex-senador Expedito Júnior, o cadastro reserva será permitido apenas quando o número de aprovados exceder o de vagas disponíveis.

A advogada e professora de direito administrativo Alessandra Fincatti enxerga com bons olhos a clareza da proposta. “É um projeto válido porque o cadastro reserva tende à inconstitucionalidade. O projeto é totalmente constitucional e vem frear essas disposições atuais”. A advogada se refere à prática comum de se publicar editais sem dispor de vagas.

O senador Efraim Morais (DEM-PB), relator da matéria no CAS, enfatizou que é injustificável a publicação pelo poder público, em qualquer esfera, de editais de processos seletivos para o provimento de cargos para os quais não existem vagas. Segundo o senador, “essa prática atenta contra a probidade na gestão dos recursos públicos”. O senador destacou, ainda, que os brasileiros são lesados ao se prepararem para um concurso sem a garantia de que, se passarem, serão convocados para assumirem os cargos.

Foi o que aconteceu com a jornalista Egle Siterna, que foi aprovada em dois concursos para formação de cadastro reserva e não foi convocada para posse em nenhum dos dois. “Acabei ficando com o pé atrás em concursos. Depois disso, quando vejo um edital, a primeira coisa que observo é o número de vagas. Se tem apenas cadastro reserva, não gasto meu dinheiro”, desabafa Egle.

Realização profissional com estabilidade e salários atraentes

O sonho de todo profissional é trabalhar no que gosta e receber um bom salário por isso. Se juntar essas duas situações com um emprego estável, então a realização é perfeita. Nos dois primeiros casos não é tão difícil que ocorram. Afinal, tem muita gente que faz o que lhe dá prazer e com vencimentos atraentes. Já quanto à estabilidade, a situação já complica um pouco. Dificilmente uma pessoa consegue se manter em um emprego por muito tempo. Basta uma crise financeira da empresa, país ou do exterior e a ameaça do desemprego ronda o funcionário.

Outro dia estive lendo que a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas publicou edital de concurso público para selecionar músicos. Os vencimentos giram em torno de R$ 5.000,00 e há oferta de vagas para solistas e diversas especialidades de instrumentos. Este é um exemplo bem propício de realização profissional. Se existe uma carreira que dá prazer para quem a exerce é a de músico. Como o salário oferecido é bem razoável, o ciclo da plena realização profissional se fecha com a estabilidade no emprego, já que os aprovados serão contratados mediante o regime estatutário.

Estou tecendo este comentário para alertar as pessoas que realização profissional integral, como a descrita acima, é possível mediante concursos públicos. Periodicamente, são publicados diversos de editais oferecendo vagas para os mais variados cargos. O problema é que, na maioria das vezes, o candidato leva em conta a estabilidade e o salário, mas não dá importância à realização profissional. É muito comum o candidato se esforçar para obter aprovação em concurso público e, depois de assumir o cargo, perceber que o trabalho não lhe traz nenhuma satisfação profissional.

Há pouco tempo ouvimos nos noticiários que muitas pessoas com cargos de nível superior estavam disputando uma vaga de gari na companhia de limpeza urbana do Rio de Janeiro. Você já imaginou um advogado, professor ou engenheiro varrendo ruas? Quero me adiantar e dizer que acho a profissão de gari uma das mais nobres que existe e não tenho nenhum preconceito contra estes profissionais, mas é muito difícil acreditar que alguém de nível superior vai se sentir confortável desempenhando esta função. Vale lembrar que, nesse caso, o salário não era nem um pouco atraente. Da mesma forma, há muitos médicos, engenheiros e professores ocupando cargos de auditor fiscal da Receita Federal, por exemplo, e também não se sentem realizados, apesar dos vencimentos sedutores.

Resumindo, meu caro candidato, escolha bem o concurso que pretende participar. Leve em conta as suas habilidades naturais ou qualificações profissionais e escolha a função semelhante ou a que mais se aproxima delas. Trabalhar no que lhe agrada, com salários compensadores e tendo estabilidade no emprego depende muito de você.




*Paulo de Freitas é jornalista e funcionário público.

Lei regulamenta isenção do pagamento de taxa

A partir da última quarta-feira, está em vigor a lei n° 14.016 que dispõe sobre a isenção do pagamento de taxa de inscrições em concursos públicos promovidos pelo Estado de Pernambuco. A decisão abrange os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Agora, as pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CADúnico) e com renda familiar por pessoa mensal de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos estarão dispensadas do pagamento da taxa. Somente no Recife, 196.659 pessoas estão inseridas no CADúnico.

Mas até ter o pedido aceito, o candidato é submetido à análise do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que irá analisar as solicitações e decretar quais serão acatadas. “Geralmente os concursos que apresentam uma maior demanda são os que exigem nível elementar e médio. Mas nem todos os pedidos são aceitos pelo Governo Federal. Quando são deferidos, cabe ao contratante arcar com os custos. Se forem recusados, os candidatos pagam a inscrição, se quiserem garantir a participação”, explica o presidente do Instituto de Planejamento e Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico e Científico (Ipad), Antônio Fernando Barros.

O Ipad adota desde o ano passado a isenção de taxa. “Antes da lei, principalmente com as seleções de municípios, o Tribunal de Contas já recomendava a inclusão”, continua o presidente.

O projeto que originou a lei é de autoria da deputada estadual Terezinha Nunes. “Antes não havia um critério que determinasse a inclusão desse item nos editais de abertura de concurso público. A partir da sanção da lei pelo Governo do Estado, torna-se obrigatório. Vejo esta iniciativa como uma contribuição no combate às desigualdades sociais do povo pernambucano”, comenta a deputada.

Segundo a gerente geral de articulação da Secretaria de Administração, Marília Lins, a lei não altera a prática de processos seletivos públicos realizados no Estado. “Desde o ano passado que o governo estadual adota a inclusão do quesito sobre isenção do pagamento na taxa nos editais. Vale ressaltar que esta lei sancionada só se aplica aos concursos de âmbito estadual. Para cada prefeitura, valem as leis municipais”.

Identificando o que é essencial para você

O que é de fato essencial em sua vida?

Considerando o momento de investimento na sua carreira, valoriza-se o objetivo final: o que se pretende tornar no futuro. Mas é preciso criar um clima propício para a efetivação do seu projeto, identificando o que é essencial e o que será desprezado. Carregar uma pesada bagagem nas costas dificulta o ritmo para quem quer se manter em alta. Vislumbrar o seu futuro, sem reconhecer o que você é no presente, dá espaço para certas lacunas, a sensação de estranheza.

Refletir a respeito das reais intenções que estão fazendo parte dessa escolha de preparação para concursos lhe possibilita saber fazer as melhores opções em todos aqueles momentos em que é necessário buscar reforço, ganhar segurança pessoal e observação das suas condições. Deste modo, você estará favorecendo algumas das condições determinantes de sua evolução profissional.

O modo como você irá vivenciar este período de investimento é tão importante quanto alcançar o objetivo; pois, à medida em que passar por tais etapas, poderá identificar o que lhe será mais propício e pertinente. Pequenas decisões vão sendo feitas a fim de dar sustentação a este plano de vida: se precisar trabalhar e dividir-se entre os horários de trabalho formal e dedicar-se aos estudos; se estiver vivendo com uma verba que guardou para este momento de dedicação exclusiva; se abrir mão de alguns programas com amigos e familiares para estudar (apenas para citar algumas destas pequenas decisões).

Neste momento, é natural pensar que se modificou em muito, que sua vida ficou totalmente diferente. Você vai precisar sempre escolher entre o que é essencial e o que não é, a fim de dar conta do seu dia, dos meses e semestres que se seguirão. Seja este um meio de se organizar, estabelecer prioridades, diminuir a frustração, bem como a de refletir a respeito dos seus valores, crenças pessoais que vão servindo de parâmetro para a pessoa que você é.

Diante de tantos aspectos (cursos, livros, sites, influências de pessoas, anotações, roteiro de estudo, disciplina, dedicação etc.), perceberá que tem a sua frente um amplo leque de escolhas, pedindo um sentido, uma organização, pois não poderá fazer tudo. Precisará estabelecer um alinhamento com o que for realmente útil. Aquilo que de fato contribui.

A decisão por uma carreira específica poderá partir de uma visão fantasiosa, podendo estar distante do que realmente você pode conquistar! E não porque não seja capaz, ao contrário, por estabelecer critérios que não estejam alinhados com sua personalidade, com sua formação profissional, com suas preferências. Escolher um cargo pelo salário, por exemplo, poderá ser ilusório no sentido de não verificar amplamente a pertinência desta carreira em relação à sua formação acadêmica, pessoal e profissional. Mudar muitas vezes a rota significa iniciar um novo projeto. Se tiver que fazer escolhas, faça de maneira que elas possam ter um sentido coerente de continuidade com o que vem consolidando em sua formação profissional.

Alinhar significa equiparar suas condições reais com suas possibilidades de desempenho também reais; sendo assim, deixa de haver defasagem entre o que você pretende se tornar.

Nossas ações se revertem em sucessivas escolhas que vão definindo e dando contorno ao que antes era apenas um projeto, agregando valor à sua pessoa e dando formas definidas da sua condução.

O fator humano tem grande relevância neste seu percurso de uma melhor colocação profissional e o autoconhecimento tem sido um ingrediente muito significativo. Nos processos seletivos, a busca pela pessoa certa se refere àquela que obterá um melhor desempenho global. Quem sabe mais a respeito de si mesmo oferece mais recursos pessoais e irá oferecer melhores respostas nas tantas situações que irá lidar, explorar e expressando melhor suas habilidades.

O que é essencial para a sua vida é o que lhe gratifica, o que lhe basta, a sua medida, fazer “a seu modo”. Um meio inclusive de você melhor conhecer-se, de entrar em contato com o que lhe dá prazer, e, sendo assim trilhar a sua rota de uma forma positiva e que, ao saber o que faz parte de sua vida, isso possa lhe tornar especial!


* Luiza Ricotta é psicóloga de candidatos a concursos públicos pelo curso FMB, coach de performance pessoal e profissional. Prof. universitária e autora de livros.

A responsabilidade da organizadora do concurso

Quando a contratação de servidores está autorizada, o órgão público contrata uma empresa organizadora para fazer o concurso público.

Muitas destas empresas são fundações que, inicialmente, realizavam vestibulares e, com o tempo, passaram a realizar concursos públicos. Inicialmente, é discutido com o órgão público contratante o perfil do candidato desejado. A partir da definição do edital caberá à empresa organizadora a realização das próximas fases, como:

3 Divulgação do concurso

3 Inscrição dos candidatos

3 Elaboração e aplicação das provas

3 Análise de recursos

3 Correção das provas e divulgação dos resultados

Ou seja, a garantia da idoneidade do concurso é da organizadora.

Uma modalidade de contratação é a denominada “custo zero” em que a organizadora assume todos os custos da organização do concurso e, em compensação, fica com todos os valores arrecadados com as taxas de inscrição, independente do número de candidatos inscritos. É um contrato de risco: se o concurso der prejuízo, isto é, os valores arrecadados com as inscrições não cobrirem os custos do concurso, a empresa organizadora arca com o prejuízo, caso contrário, fica com o lucro.

De um modo geral, os órgãos públicos optam contratação na modalidade custo zero, pois, realizam uma seleção de pessoal de forma legal, profissional e eficiente sem nenhum custo. Para as empresas organizadoras também é bom, pois, hoje em dia, dificilmente um concurso dá prejuízo devido ao grande interesse dos candidatos. Para saber o valor arrecadado pela organizadora, basta multiplicar o número de inscritos pelo valor da inscrição.

Um órgão público pode contratar uma empresa organizadora sem a necessidade de licitação desde que a contratada tenha inquestionável reputação ético-profissional e não tenha fins lucrativos.

Porém, com o crescente aumento de candidatos aos concursos públicos, muitas empresas resolveram ingressar no ramo de preparação de concursos públicos e tornaram-se empresas organizadoras.

Preparar um concurso público é uma tarefa que exige muito conhecimento e experiência, principalmente os chamados “concursos grandes”, que são aqueles que têm muitos inscritos. Um dos recentes concursos da Caixa Econômica Federal, por exemplo, teve cerca de 750.000 inscritos. É muito difícil aplicar uma prova para este número de candidatos no mesmo dia, horário e em diversas cidades no Brasil, mantendo o sigilo até o início da prova. Difícil mas não impossível. Há no Brasil empresas organizadoras com décadas de existência que estão aptas para esta tarefa. Adquiriram experiência e se aprimoraram com o tempo.

O ingresso de novas empresas organizadoras é importante. Normalmente, a concorrência entre empresas traz melhorias e vantagens para os clientes. Mas é preciso ter responsabilidade. As organizadoras devem administrar concursos do tamanho de suas estruturas. O que temos observado é um aumento nos concursos suspensos, cancelados ou anulados por má atuação da organizadora.

Um concurso público mobiliza muitas pessoas: os candidatos, os amigos, familiares, as pessoas que trabalham na prova, professores, cursos, editoras e a imprensa. O cancelamento ou mesmo a suspensão de um concurso pode trazer consequências muito graves para o candidato. É muito mais do que o valor da taxa de inscrição que poderá ser restituída: são os seus sonhos. Alguns candidatos que, infelizmente, passam por este tipo de experiência, nunca mais prestam outro concurso. Desistem da carreira pública, ficando com a falsa impressão que esta é uma regra.

Há muito tempo acompanho concursos públicos e posso afirmar: são exceções. A maior parte das empresas organizadoras são idôneas e competentes. Realizam somente os concursos que podem fazer com perfeição e profissionalismo. Os concursos têm evoluído. Com mais candidatos acompanhando e exigindo seus direitos, e com uma maior divulgação nos meios de comunicação, os candidatos têm conseguido conquistas como o recente decreto que regulamenta os concursos federais. Vamos exigir das empresas organizadoras o mesmo rigor que é exigido de um candidato para ser aprovado em um concurso público.

Bons estudos e sucesso na carreira pública.




Carlos Alberto De Lucca é professor e desde 1979 prepara candidatos para concursos públicos.

Informática: questões devem ser menos complexas

A prova de Informática tende a ser a de maior surpresa em muitos concursos. Para a seleção da Polícia Rodoviária Federal, por exemplo, o conteúdo programático baseado apenas em noções do assunto dessa disciplina causou até uma certa surpresa, já que a Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino e Assistência (Funrio) é conhecida por ser bastante exigente, ainda mais em uma prova para nível superior. Mesmo assim, a recomendação é que os alunos dominem o assunto para garantir o máximo de acertos. “Eu acredito que para a prova da Polícia Rodoviária Federal, a Funrio não deve se aprofundar no programa de Informática e deve elaborar questões menos complexas, por conta da grande quantidade de assuntos, do reduzido número de questões e da bibliografia baseada apenas em noções da matéria”, avalia o professor Gervásio Melquíades Gomes, do Meta Concursos. Além disso, ele acrescenta que o edital de Informática deixou vago alguns tópicos, como quais as versões do Windows que serão cobradas na prova. “Quando a organizadora não especifica os assuntos, tende a cobrir os mais comuns”, completa o professor. Melquíades acredita que, dentre as cinco questões destinadas à prova de Informática, os tópicos com maior probabilidade de ser cobrados são o sistema operacional Linux, já que é uma tendência o seu uso nos órgãos federais, e as novidades que apareceram neste edital, como Comunicação Via Rádio, Alfabeto Fonético Internacional, Código Fonético Numérico e o Código Q. “O alfabeto radiotelefônico e o Código Q não são difíceis. Já o Alfabeto Fonético é mais complicado. Mas acredito que todas as questões serão bem objetivas, apesar da prova ser voltada para nível superior. Além disso, essa novidade no conteúdo é bem ‘decoreba’”, avalia Gervásio. Sobre a bibliografia, o professor afirma que são de fácil acesso, algumas, inclusive, disponíveis na Internet. “O livro do pernambucano João Antônio Carvalho é a principal referência em Informática para Concursos e está presente na bibliografia da Funrio. É um verdadeiro manual para as provas e de indispensável leitura para qualquer certame, especialmente para aqueles que cobram apenas noções de informática”, diz. Outro livro que não pode ser dispensado é o de Carlos Morimoto, que pode ser acessado na internet. Mas, mesmo com essa previsibilidade, é bom não se descuidar e procurar dominar o que está disposto no conteúdo programático. Fonte: Folhape

Órgãos oferecerão 1.650 vagas em breve


Dois órgãos federais divulgarão, em breve, os editais dos concursos que oferecerão 1.650 vagas de níveis médio e superior. A Receita Federal do Brasil e o Banco Central (Bacen) já foram autorizados a realizar as seleções, que são bastante aguardadas pelos concurseiros.

A Receita Federal do Brasil oferecerá, em breve, 1.150 vagas de nível superior nos cargos de auditor-fiscal (450 ofertas) e analista-tributário (700). O prazo para a publicação do edital se encerra em outubro. Para concorrer a uma das oportunidades, é necessário ter, entre outros requisitos, nível superior completo. Os salários iniciais são R$ 13.067 para auditor e R$ 7.624,56, para analista.

O Banco Central do Brasil fará concurso para preencher 500 vagas. Haverá 350 oportunidades ao cargo de analista (nível superior) e 150 para técnico (nível médio). De acordo com o órgão, o edital já está em andamento e deverá ser publicado em outubro. A organizadora será definida muito em breve. Haverá ofertas principalmente para o Distrito Federal, sede do banco; Rio de Janeiro, pois há carência de vagas; e São Paulo, por ser a sede da fiscalização. Porém, outras cidades, onde há representação do Bacen, poderão ser contempladas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIA PARA O CONCURSO DA PRF

CONHECIMENTOS BÁSICOS Conhecimentos de Informática - Introdução a conceitos de hardware e software de computador. Introdução a sistemas operacionais: Microsoft Windows e Linux. Conceitos básicos e utilização de aplicativos para edição de textos, planilhas eletrônicas, apresentações e gerenciadores de banco de dados: pacotes Microsoft Office e BrOffice. Conceitos básicos e tecnologias relacionados a Internet e Intranet. Principais aplicativos de navegação na internet (Microsoft Internet Explorer, Mozilla Firefox), ferramentas de pesquisa e compartilhamento de informações. Conceitos básicos de segurança da informação e proteção contra vírus, worms e derivados. Correio Eletrônico, envio e recebimento de emails e anexos, endereços e formas de endereçamento de correio eletrônico, webmail, spam. Conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação. Telefonia VoIP (voz sobre IP). Números telefônicos de emergência Regulamento sobre os serviços de utilidade pública e de apoio ao STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado) com três dígitos. Comunicação via rádio, Alfabeto Fonético Internacional, código fonético numérico e código “Q”. Bibliografia utilizada CARVALHO, João Antonio. Informática para Concursos. Editora Campus, 2008. FRANÇA, Jadiel. Informática para Concursos. Editora Ciência Moderna, 2006. MORIMOTO, Carlos E. Guia Prático do Linux: entendendo o sistema. Editora Sulina, 2006. MORIMOTO, Carlos E. Hardware: o Guia Definitivo. Editora Sulina, 2007. RUAS, Jorge. Informática para Concursos. 5ª Edição. Editora Campus, 2008. SOUZA FILHO; Guido, COLCHER, Sergio; GOMES, Antonio T.A.; SILVA, Anderson O.; SOARES, Luiz Fernando G. VOIP: Voz sobre IP. Editora Campus, 2005. Alfabeto Fonético Internacional. http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabeto_fonético_internacional Alfabeto Radiotelefônico. http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabeto_radiotelefônico Código Q. http://pt.wikipedia.org/wiki/Código_Internacional_Q Regulamento sobre as Condições de Acesso e Fruição dos Serviços de Utilidade Pública e de Apoio ao STFC, Anexo à Resolução N.º 357, de 15/03/2004. http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalInternet.do# Opção de Ajuda de cada software ou programa mencionado no conteúdo. Língua Portuguesa - 1. Interpretação e compreensão de texto. 2. A estruturação dos textos. A coesão e a coerência nos textos. 3. Correção, clareza, elegância das frases. Adequação vocabular. Reescritura de frases: a norma culta de língua portuguesa. 4. Técnica de resumo de frases e textos. 5. Problemas na escritura das frases: ambiguidade, paralelismo e concordância de tempos verbais. 6. Noções textuais de ortografia, morfologia, sintaxe e semântica. 7. Linguagem figurada. Funções de linguagem. Variação linguística. 8. Argumentação: estrutura, processos e problemas. 9. Noções básicas de redação oficial. 10. Produção textual na modalidade dissertação. 11. Nova reforma ortográfica. Bibliografia utilizada BECHARA, Evanildo. O que muda com o novo acordo ortográfico. São Paulo: Nova Fronteira, 2008. CELSO CUNHA, Luís F. e CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. São Paulo: Lexikon, 5ª edição, 2007. CEREJA, W.; MAGALHÃES, T. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo: Atual, 2000. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário da língua portuguesa. 3ª. ed. Paraná: Positivo, 2006. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 5ª ed. São Paulo. Ática, 1997. KASPARY, Adalberto J. Redação Oficial: normas e modelos. Porto Alegre: Edita, 2003. MARTINS, Dileta Silveira. Português Instrumental. Porto Alegre: Atlas, 2007. MESQUITA, R. M. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Saraiva,1999. NEY, João Luiz. Prontuário de redação oficial. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1988. SARMENTO, L. L.; TUFANO, Douglas. Português. São Paulo: Moderna, 2004. SEGALLA, Domingos Pascoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Companhia. Editora Nacional, 2005. Conhecimentos de Física - Movimentos: tipos, classificação, velocidade média e aceleração média; Forças: noções básicas de vetores, classificação, resultante de sistemas simples de forças e unidades no S.I.; Energia. Quantidade de Movimento. Impulso. Choque Mecânico. Hidrostática. Princípios da Dinâmica. . Trabalho. Potência. Rendimento. Queda e arremesso. Bibliografia utilizada Francisco Ramalho Júnior, Nicolau Gilberto Ferraro, Paulo Antônio de Toledo Soares. Os fundamentos da física 1 - Mecânica - 9ª edição - ISBN 9788516056551 Raciocínio Lógico - ARGUMENTAÇÃO LÓGICA: Estruturas lógicas; lógica da argumentação e diagramas lógicos. ÁLGEBRA BÁSICA: Sucessões; Máximo Divisor Comum e Mínimo Múltiplo Comum; Teoria dos Conjuntos; Análise Combinatória; Razão e Proporção; Divisão Proporcional; Regra de Três: Simples e Composta; Porcentagem e Sistema Métrica Decimal.NOÇÕES DE ESTATÍSTICA: Descrição e análise de dados; Leitura e Interpretação de tabelas e gráficos apresentados em diferentes linguagens e representações; Cálculo de Médias e Análise de Desvios de um conjunto de dados; Freqüência Relativa. NOÇÕES DE GEOMETRIA PLANA: Análise e Interpretação de diferentes representações de figuras planas, como desenhos, mapas e plantas; Utilização de Escalas; Métrica: Áreas e Volumes. Bibliografia utilizada IEZZI, G., DOLCE, O., MACHADO, A., Matemática e Realidade: Ensino Fundamental, 5ª Série, Editora Atual, 2005. SÉRATES, J. Raciocínio Lógico, Volumes I e II. Editora Jonofon Sérates, 11ª edição, 2004. IEZZI, G., MURAKAMI, C., Fundamentos de Matemática Elementar. Conjuntos e Funções, Volume 1, 8ª Edição, Atual Editora, 2008. HAZZAN, S., Fundamentos de Matemática Elementar. Combinatória e Probabilidade, Volume 5, 7ª Edição, Atual Editora, 2007. DOLCE, O., POMPEO, J. N., Fundamentos de Matemática Elementar: Geometria Plana, Volume 9, 8ª Edição. Atual Editora, 2005. ROCHA, E., Raciocínio Lógico: Teoria e Questões, Editora Campus, 2ª Edição, 2006. RODRIGUES, L. R. F, Matemática e Raciocínio Lógico Matemático para Concursos, Editora Servanda, 1ª Edição, 2009. MORGADO, A. C., CESAR, B., Raciocínio Lógico-Quantitativo: Teoria e Mais de 850 Questões. Editora CAMPUS. 4ª Edição, 2009. Conhecimentos específicos - Direção Defensiva - Conceito. Elementos Básicos. Condições Adversas. Tipos de Colisão. Comportamentos seguros no trânsito. Comportamentos de risco no trânsito. Bibliografia utilizada Código de Trânsito Brasileiro. Cartilha para renovação da carteira nacional de habilitação. Disponível em: http://www.detran.rj.gov.br/ Noções de primeiros socorros no trânsito ABRAMET/DENATRAN. Manual do Atendimento Pré-Hospitalar SIATE /CBPR. Disponível em: www.defesacivil.pr.gov.br/arquivos/File/primeiros_socorros_2/cap_25_emerg_clinicas.pdf Protocolo de Suporte Básico da Vida 2007. Disponível em: www.bombeiros.go.gov.br/downloads/pdf/Resgate-Protocolo%20Basico.pdf Legislação de Trânsito - Lei n° 9.503, de 23/09/97 - Código de Trânsito Brasileiro, publicada em 24/09/97 e retificada em 25/09/97 e suas atualizações realizadas pelas Leis:n° 9.602, de 21/01/98, publicada em 22/01/98; n° 9.792, de 14/04/99, publicada em 15/04/99; n° 10.350, de 21/12/01, publicada em 22/12/01; n° 10.517, de 11/07/02, publicada em 12/07/02; n° 10.830, de 23/12/03, publicada em 24/12/03; n° 11.275, de 07/02/06, publicada em 08/02/06; n° 11.334, de 25/07/06, publicada em 26/07/06; n° 11.705, de 19/06/08, publicada em 20/06/08; n° 11.910, de 18/03/09, publicada em 19/03/09. Resoluções do CONTRAN, e suas alterações, publicadas no D.O.U. relacionadas a seguir: n° 04, de 23/01/1998, publicada em 26/01/1998; n° 14, de 06/02/1998, publicada em 12/02/1998; n° 24, de 21/05/1998, publicada em 22/05/1998; n° 26, de 21/05/1998, publicada em 22/05/1998; n° 36, de 21/05/1998, publicada em 22/05/1998; n° 110, de 24/02/2000, publicada em 10/03/2000; n° 128, de 06/08/2001, publicada em 03/09/2001; n° 132, de 02/04/2002, publicada em 12/04/2002; n° 136, de 02/04/2002, publicada em 09/04/2002; n° 146, de 27/08/2003, publicada em 02/09/2003; n° 149, de 19/09/2003, publicada em 13/10/2003, republicada em 16/10/2003; n° 152, de 29/10/2003, publicada em 13/11/2003, republicada em 22/12/2003; n° 160, de 22/04/2004, publicada em 11/06/2004; n° 203, de 29/09/2006, publicada em 10/11/2006; n° 205, de 20/10/2006, publicada em 10/11/2006; n° 210, de 13/11/2006, publicada em 22/11/2006; n° 211, de 13/11/2006, publicada em 22/11/2006; n° 214, de 13/11/2006, publicada em 22/11/2006; n° 231, de 15/03/2007, publicada em 21/03/2007; n° 235, de 11/05/2007, publicada em 21/05/2007; n° 241, de 26/06/2007, publicada em 04/07/2007; n° 254, de 26/10/2007, publicada em 21/11/2007; n° 257, de 30/11/2007, publicada em 06/12/2007; n° 258, de 30/11/2007, publicada em 06/12/2007; n° 259, de 30/11/2007, publicada em 06/12/2007; n° 269, de 15/02/2008, publicada em 25/02/2008; n° 270, de 15/02/2008, publicada em 25/02/2008; n° 277, de 28/05/2008, publicada em 09/06/2008; n° 278, de 28/05/2008, publicada em 09/06/2008; n° 279, de 28/04/2008, publicada em 09/06/2008; n° 284, de 01/07/2008, publicada em 03/07/2008; n° 289, de 29/08/2008, publicada em 29/09/2008; n° 290, de 29/08/2008, publicada em 29/09/2008, retificada em 26/12/08; n° 292, de 29/08/2008, publicada em 29/09/2008; n° 305, de 06/03/2009, publicada em 07/04/2009; n° 309, de 06/03/2009, publicada em 07/04/2009; Decretos: n° 1.655/95, de 03/10/1995, publicado em 04/10/1995; n° 6.488/08, de 19/06/2008, publicado em 20/06/2008; n° 6.489/08, de 19/06/2008, publicado em 20/06/2008. Conhecimentos de Direito - 1. DIREITO CONSTITUCIONAL: 1.1. Direitos e deveres individuais e coletivos; direitos sociais; nacionalidade e direitos políticos. 1.2. Normas Constitucionais relativas a Administração Pública e aos servidores públicos. 1.3. Defesa do Estado e das instituições democráticas: segurança pública; organização da segurança pública. 2. DIREITO PENAL: 2.1. Infração penal: elementos, espécies. 2.2. Sujeito ativo e sujeito passivo da infração penal. 2.3. Tipicidade, ilicitude, culpabilidade, punibilidade. 2.5. Imputabilidade penal. 2.6. Concurso de pessoas. 2.7. Crimes contra a pessoa. 2.8. Crimes contra o patrimônio. 2.9. Crimes contra a Administração Pública. 3. DIREITO PROCESSUAL PENAL: 3.1. Inquérito policial; 3.2. Prova (artigos 158 a 184 do CPP). 3.3. Prisão em flagrante. 3.4. Prisão preventiva. 4. DIREITO ADMINISTRATIVO: 4.1. Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. 4.2. Organização administrativa da União; administração direta e indireta. 4.3. Agentes públicos: poderes, deveres e prerrogativas; cargo, emprego e função públicos; regime jurídico único (Lei n.° 8.112, de 11/12/90, publicada no D.O.U. de 12/12/90 e posteriores atualizações): provimento, vacância, remoção, redistribuição e substituição; direitos e vantagens; regime disciplinar; responsabilidade civil, criminal e administrativa. 4.4. Poderes administrativos: poder hierárquico; poder disciplinar; poder regulamentar; poder de polícia; uso e abuso do poder. 4.5. Controle e responsabilização da administração: controle administrativo; controle judicial; controle legislativo; 4.6. Lei n.° 8.429, de 2/6/92, publicada no D.O.U. de 3/6/92 (dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função da administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências). 4.7. Lei n.° 9654, de 2/6/98, publicada no D.O.U. de 3/6/98 (Cria a carreira de Policial Rodoviário Federal e dá outras providências e suas atualizações). 4.8. Decreto n.°1655 de 3/10/95, publicado no D.O.U. de 4/10/95 (Define a competência da Polícia Rodoviária Federal, e dá outras providências). 5. DIREITO CIVIL: 5.1. Das Pessoas. 5.2. Personalidade Jurídica. 5.3. Capacidade. 5.4. Bens Públicos. 6. LEGISLAÇÃO ESPECIAL: 6.1. Tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes (Lei n° 11.343/06). 6.2. O direito de representação e o processo de responsabilidade administrativa civil e penal, nos casos de abuso de autoridade (Lei n° 4.898/1965). 6.3. Definição dos crimes de tortura (Lei n° 9.455/1997). 6.4. Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/1990): art 81, 83, 103 à 112, 230 à 232; 234 à 244-A, 247, 250 e 251. 6.5. Estatuto do Desarmamento (Lei n° 10.826/2003). 6.6 Crimes Ambientais (Lei 9.605/98). 6.7. Abuso de autoridade (Lei n.° 4.898/65). 6.8. Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) art. 10, 39 e 93 ao 108. 2.9. Lei contra o Preconceito (Lei n° 7.716/89 e suas atualizações). 7. DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA: 7.1. Conceito. 7.2. Características. 7.3. Evolução histórica. 7.4. Princípios Básicos para utilização da força e armas de fogo, adotado pela ONU em 07/07/1990. 7.5. Código de conduta para os encarregados da aplicação da lei, adotado pela ONU pela Resolução 34/169 de 17/12/1979. Bibliografia utilizada Para Direito Constitucional BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional, 23ª ed São Paulo: Ed.. Malheiros, 2008. FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Curso de Direito Constitucional, 34ª. ed. São Paulo: Ed. Saraiva, 2008. MENDES, Gilmar Ferreira. Curso de Direito Constitucional, 4ª ed. São Paulo: Ed. Saraiva, 2009. TEMER, Michel. Elementos de Direito Constitucional, 22ª ed. São Paulo: Ed. Malheiros 2007. Para Direito Administrativo DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo, 21ª ed., São Paulo: Ed. Atlas, 2008. MELLO, Antônio Celso Bandeira. Curso de Direito Administrativo, 25ª ed. São Paulo: Ed. Malheiros, 2008. GARCIA, Emerson; ALVES, Rogério Pacheco. Improbidade Administrativa, 4ª ed., Rio de Janeiro: Ed. Lúmen Júris, 2008. Para Direito Penal CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Vol. I, Saraiva, 12ª Ed., 2008. CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Vol. II, Saraiva, 9ª Ed., 2009. JESUS, Damásio E. de. Direito Penal. 30ª ed. Saraiva, 2009. Para Direito Processual Penal CAPEZ, Fernando. Curso de Processo Penal, Saraiva, 16ª Ed., 2009.. Para Direito Civil VENOSA, Silvio Sávio. Direito Civil, Vol. I, 9ª ed., São Paulo: Ed. Atlas, 2009 Para Direitos Humanos e Cidadania FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Direitos Humanos Fundamentais, Saraiva, 10ª Ed., 2008. COMPARATO, Fabio Konder. A Afirmação Histórica dos Direitos Humanos, Saraiva, 6ª Ed., 2008. Legislação Especial CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Vol. IV, Saraiva, 3ª Ed., 2008. Ishida, Valter Kenji. Estatuto da Criança e do Adolescente - Doutrina e Jurisprudência, Atlas, 10ª Ed. 2009 THUMUS, Gilberto. Estatuto do Desarmamento, Lumen Juris, 2ª ed, 2005 MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2009 ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito Ambiental. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008 Primeiros Socorros - 1. Sistemas de Atendimento de emergência no Brasil e no Mundo; 2. Aspectos legais do atendimento pré-hospitalar; 3. Biossegurança; 4. SUPORTE BÁSICO DE VIDA EM TRAUMAS: 4.1. Biomecânica do trauma, 4.2 Avaliação e Atendimento do acidente e a vítima; 4.3 Triagem (START), 4.4 Controle das vias aéreas e ventilação, 4.5 Hemorragias e técnicas de hemostasia, 4.6 Estado de Choque, 4.7 Ferimentos e curativos; 4.8 Reanimação Cardio-pulmonar (AHA-2005); 4.9 Traumas: toráxicos, abdominal, cranioencefálico, raquimedular, músculo esquelético; 4.10 Imobilizações e técnicas de transporte de vítimas; 4.11 Resgate veicular. 5. SUPORTE BÁSICO DE VIDA EM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS: 5.1 Infarto agudo do miocárdio (IAM), angina do peito, insuficiência cardíaca congestiva, crise hipertensiva; 5.2 Acidente Vascular Cerebral (AVC); 5.3 Vertigem, desmaio e crise convulsiva; 5.4 Diabetes crises de hiper ou hipoglicemia. Bibliografia utilizada Código de Trânsito Brasileiro. Cartilha para renovação da carteira nacional de habilitação. Disponível em: http://www.detran.rj.gov.br/ Noções de primeiros socorros no trânsito - ABRAMET/DENATRAN. Manual do Atendimento Pré-Hospitalar SIATE /CBPR. Disponível em: www.defesacivil.pr.gov.br/arquivos/File/primeiros_socorros_2/cap_25_emerg_clinicas.pdf Protocolo de Suporte Básico da Vida 2007. Disponível em: www.bombeiros.go.gov.br/downloads/pdf/Resgate-Protocolo%20Basico.pdf Fonte: Funrio.

PO­LÍ­CIA FE­DE­RAL: Aprovação de­pen­de de es­tu­do e com­pro­me­ti­men­to

O pro­ces­so se­le­ti­vo para a Polícia Federal - que ofe­re­ce 200 vagas de agen­te e 400 de es­cri­vão - é um dos mais fo­ca­dos pelos con­cur­sei­ros. Os apro­va­dos atua­rão nas re­giões de Mato Grosso do Sul e da Amazônia Legal, zona que com­preen­de dez Estados bra­si­lei­ros. Porém, o sa­lá­rio de R$ 7.514,33 deve ­atrair par­ti­ci­pan­tes de ou­tras lo­ca­li­da­des. A boa no­tí­cia é que a quan­ti­da­de de vagas aber­tas até o mo­men­to re­pre­sen­ta so­men­te 30% dos dois mil em­pre­gos cria­dos pelo Congresso e san­cio­na­dos pelo pre­si­den­te Lula. Isso sig­ni­fi­ca que ainda falta sair a au­to­ri­za­ção para 500 vagas de de­le­ga­do, 300 de pe­ri­to cri­mi­nal, 550 de agen­te e 50 de pa­pi­los­co­pis­ta. Diante de tanta ex­pec­ta­ti­va en­vol­ven­do o con­cur­so, a Agência JC Concursos e Empregos con­ver­sou com o agen­te da Polícia Federal Luiz Roberto Moreira, apro­va­do em pri­mei­ro lugar na úl­ti­ma se­le­ção para Foz do Iguaçu, sobre a ro­ti­na de tra­ba­lho e de­ta­lhes de sua pre­pa­ra­ção para a con­quis­ta da vaga. Moreira conta que, de­vi­do aos seus 46 anos de idade, já não con­se­guia mais co­lo­ca­ção no mer­ca­do de tra­ba­lho. Por esse mo­ti­vo, re­sol­veu de­di­car-se ao con­cur­so de agen­te da PF de 2004, al­ter­nan­do cerca de oito horas por dia de es­tu­dos em casa, além de mais qua­tro horas de cur­si­nho pre­pa­ra­tó­rio para con­cur­so. Porém, todo esse es­for­ço, se­gun­do o agen­te, só foi pos­sí­vel por causa da ajuda de um amigo que ofe­re­ceu-lhe um em­pre­go com­pa­tí­vel com o seu ho­rá­rio de es­tu­do. Além da di­fi­cul­da­de fi­nan­cei­ra para man­ter o sus­ten­to da fa­mí­lia, Moreira afir­ma que o maior obs­tá­cu­lo en­fren­ta­do du­ran­te a pre­pa­ra­ção para os con­cur­sos sem­pre foi a co­bran­ça que ele mesmo cria­va sobre si. “Acabei me tor­nan­do o meu pior ini­mi­go. Olhava para minha es­po­sa e três fi­lhos e pen­sa­va o quan­to era im­por­tan­te ter con­di­ções de dar a eles uma vida digna e con­for­tá­vel.” CAR­REI­RA No caso de Moreira, o dia-a-dia da pro­fis­são in­clui o tra­ba­lho com a imi­gra­ção, re­pres­são ao con­tra­ban­do e des­ca­mi­nho e re­pres­são ao trá­fi­co in­ter­na­cio­nal. Na car­rei­ra de agen­te de Polícia Federal, ini­cia-se como agen­te 3ª clas­se che­gan­do, após 15 anos, a agen­te es­pe­cial. No en­tan­to, ele faz um aler­ta: “as fun­ções são exer­ci­das por quem tem ca­pa­ci­da­de e não por tempo de ser­vi­ço”. Com for­ma­ção su­pe­rior em Ciências Contábeis, ele ex­pli­ca que o Departamento de Polícia Federal pos­sui di­ver­sas atri­bui­ções, ne­ces­si­tan­do de pes­soas com as mais va­ria­das for­ma­ções e ca­rac­te­rís­ti­cas. Portanto, na sua opi­nião, os ele­men­tos mais im­por­tan­tes que o can­di­da­to deve ter para al­me­jar uma vaga são ca­rá­ter e boa ín­do­le. Satisfeito com a atua­ção fun­ção que exer­ce den­tro da PF, Moreira com­ple­ta: “Não me lem­bro em minha vida de um es­for­ço tão bem re­com­pen­sa­do como o de pas­sar nesse con­cur­so. Hoje, con­si­go dar à minha fa­mí­lia uma vida me­lhor e viver ao lado deles mo­men­tos de ale­gria que antes não ou­sa­va pen­sar por falta de tempo e di­nhei­ro.” CON­CUR­SEI­RA Uma opor­tu­ni­da­de de tra­ba­lho na Polícia Federal é sem­pre alvo de muita con­cor­rên­cia. Para se ter uma ideia, no úl­ti­mo con­cur­so foram mais de 180,7 mil ins­cri­tos dis­pu­tan­do 2.515 chan­ces no total. O cargo de agen­te, por exem­plo, con­tou com 56,13 can­di­da­tos por vaga e o de es­cri­vão, 40,25. Ana Claudia Neves é uma das par­ti­ci­pan­tes que ten­ta­rá pela se­gun­da vez o tão so­nha­do posto de agen­te. Ela conta que o prin­ci­pal mo­ti­vo de sua re­pro­va­ção na outra opor­tu­ni­da­de foi não ter se pre­pa­ra­do cor­re­ta­men­te. “Hoje vejo que para con­se­guir a vaga é ne­ces­sá­rio fazer um curso, pos­suir um ma­te­rial ade­qua­do e, prin­ci­pal­men­te, ini­ciar os es­tu­dos com an­te­ce­dên­cia.” Dicas - Resolver ques­tões de pro­vas de con­cur­sos an­te­rio­res da or­ga­ni­za­do­ra do con­cur­so, o Cespe/UnB. Esse mé­to­do ajuda a ace­le­rar o pro­ces­so de apren­di­za­do e se acos­tu­mar com as ca­rac­te­rís­ti­cas da or­ga­ni­za­do­ra; - Enfatizer o es­tu­do de ma­té­rias que são a es­pi­nha dor­sal da maio­ria dos pro­ces­sos se­le­ti­vos, ou seja: por­tu­guês, in­for­má­ti­ca, di­rei­to ad­mi­nis­tra­ti­vo, di­rei­to cons­ti­tu­cio­nal, di­rei­to penal, di­rei­to pro­ces­sual penal e re­da­ção. Detalhes do con­cur­so - Vagas: 600, sendo 400 para es­cri­vão e 200 para agen­te; - Nível: su­pe­rior; - Inscrições: até 18/08 Site para ins­cri­ção: www.cespe.unb.br - Provas: 13/09 (em todo o País)

PRF - Há possibilidade de mais seleções em 2010 e 2011

Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o concurso da PRF, o número de vagas criadas foi de três mil, segundo consta na decisão publicada no Diário Oficial da União de 14 de maio do ano passado. A medida provisória seguiu a reivindicação do sindicato da categoria. Por isso, existe a possibilidade de outros concursos. “Essas vagas estão autorizadas, são certas. Mas as nossas academias não comportam um número tão elevado de alunos para formação. Então, a expectativa é que sejam realizadas mais duas seleções, provavelmente em 2010 e em 2011. E Pernambuco deve ser contemplado, pois as ofertas destinadas ao Estado, seis, não serão suficiente para incrementar o efetivo, que hoje conta com aproximadamente 150 policiais rodoviários”, afirma o assessor de Comunicação da PRF em Pernambuco, Éder Rommel. De acordo com Rommel, o ideal é que a quantidade de policiais rodoviários chegue de 800 a mil. Mesmo que haja mais concursos, essa meta não será alcançada. “São muitos profissionais que se aposentam por ano. Ainda há a possibilidade de transferência de alguns servidores para cá, já que outros estados tiveram maior número de vagas neste concurso. Segundo nossos cálculos, poderão vir 150 policiais que estão lotados em outras localidades. Mesmo assim, não atingiremos o efetivo desejado”.

Nunca é tarde para ser um Procurador

Depois de trabalhar 26 anos como chefe de setor da Secretaria de Esportes de Piracicaba, interior paulista, Oscar dos Santos decidiu se aposentar. Desde 1979, sua principal responsabilidade era cuidar do estádio de futebol do município. Agora, aos 62, ele resolveu trocar os gramados por um cursinho preparatório com o objetivo de se tornar oficial de justiça do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP). Ele acredita que, assim, pode voltar a exercer um papel na sociedade. “Não quero deixar os neurônios se aposentarem. Não quero ficar parado em casa, só cuidando dos netos e passeando com os cachorros. Acho que ainda tenho muita coisa para fazer”, diz empolgado. Com a mesma motivação, Engracia Maria de Sá, 55 anos, resolveu voltar a estudar quando o filho ingressou na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ), e o salário que recebia não estava sendo suficiente para o sustento dos dois. Ela fez cursinhos para se preparar para as seleções do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPE/RJ), Tribunal de Justiça (TJ/RJ), Tribunal Regional do Trabalho (TRT/RJ), Tribunal Regional Federal (TRF) e Ministério Público do Trabalho e Emprego (MTE). Nesse último, Engracia destacou-se entre os 533 candidatos inscritos e foi a 1ª colocada para o cargo de agente administrativo em Nova Friburgo (RJ), em dezembro de 2008. Durante três anos, ela só se dedicou aos estudos e às tarefas domésticas. Hoje comenta com satisfação a conquista do emprego: “Desde que voltei a trabalhar, me sinto muito satisfeita e realizada. Em qualquer época da vida, devemos lutar por um futuro melhor”. Assim como Oscar e Engracia, muitas pessoas acima de 50 têm voltado às salas de aula. O professor de processo penal e leis especiais da Academia de Concursos (RJ), Leonardo Barreto Antunes, acredita que a ampla procura por cursinhos tem acontecido por causa do preconceito que pessoas mais velhas enfrentam no mercado de trabalho. “Além de não haver preconceito por causa da idade avançada, as pessoas estão prestando concursos para obter estabilidade”, avalia. Apesar do interesse, muitos ainda ficam em dúvida se podem ou não se candidatar para cargos públicos. Antunes explica que, na constituição, é vedada a discriminação e a fixação de limite máximo de idade ao ingresso na carreira pública. Segundo a legislação, é aceitável se inscrever para concursos públicos até os 69 ou 70 anos. Na maioria das seleções, o limite de idade é de 69, já que aos 70 a aposentadoria é obrigatória. Com exceção das seleções da Polícia Militar e Forças Armadas, que restringem a faixa etária por exigirem a prática intensa de atividades físicas, é possível prestar concursos para os demais órgãos sem moderação.

Dedicação faz de 'veteranos' fortes concorrentes em concursos

Candidatos com mais de 50 anos superam barreiras com determinação e força de vontade. Eles entram na disputa pela vaga em igualdade de condições com os mais jovens. Uma parcela significativa de candidatos a concursos descobriu que não há limite de idade para estudar e trabalhar. Muitos perderam espaço no mercado de trabalho por causa da idade, outros se aposentaram e não se contentaram em ficar parados, e alguns almejam uma aposentadoria que assegure um futuro melhor. Beneficiados pela forma tradicional como são feitos os concursos e também pelo fato de a idade ser um dos critérios de desempate na classificação, os candidatos com mais de 50 anos entram na disputa pela vaga em igualdade de condições com os mais jovens. E a maioria, por ter curso superior, é seletiva e presta concursos para o mesmo nível de escolaridade. Carlos Alberto De Lucca, coordenador geral do curso preparatório Siga Concursos, diz que a forma tradicional como o concurso é feito e aplicado pode favorecer os candidatos "veteranos", geralmente mais detalhistas que os mais jovens. Mas ele alerta: o excesso de detalhismo pode ser prejudicial. "Os candidatos devem ter uma visão geral de tudo. Não adianta querer se aprofundar muito nas disciplinas porque a prova é bastante diversificada e exige jogo de cintura. As pessoas têm que se sair bem de forma geral em todas as matérias, incluindo aquelas que nunca foram vistas antes". Para o coordenador, os candidatos acima dos 50 anos são mais dedicados que os mais jovens. "Com a desilusão na iniciativa privada, a carreira pública vira a melhor ou única opção para eles", explica. Alto índice de aprovação De acordo com Adelaide Matos, diretora pedagógica e administrativa do curso preparatório Central de Concursos, os alunos com idade acima de 50 anos são muito aplicados e têm metodologia própria de estudo. "Eles se propõem a estudar até passar. A garra é muito grande". Segundo ela, a maioria desses alunos tem nível superior e presta concurso para o mesmo nível de escolaridade. Para Adelaide, todos esses fatores ajudam os candidatos a terem um elevado índice de aprovação. "As questões exigem boa interpretação de texto, o que demanda um grande conhecimento, e esses candidatos, pela experiência de vida e por serem muito antenados em vários assuntos, acabam se saindo muito bem." Última chance "A gente fica motivado porque sabe que essa pode ser a nossa última chance", diz o administrador de empresas Hélio Tonini, de 51 anos. Ele começou a fazer o curso preparatório para concursos em julho, após ter saído de uma multinacional porque recusou uma proposta de voltar a um antigo departamento. E, como já havia prestado um concurso há cerca de cinco anos para fiscal do INSS e tinha se saído bem, se deu conta de que poderia estudar agora com muito mais tempo e dedicação. Ele diz que o entusiasmo é cada vez maior, apesar do desgaste e da tensão. Tonini vai prestar concurso para auditor da Receita Federal, cujo salário gira em torno de R$ 12 mil. Ele faz cursinho preparatório pela manhã e à tarde, sempre trancado no quarto, estuda diariamente entre quatro e cinco horas - com exceção do domingo, que tira para relaxar. Na sala de aula, Tonini tira todas as dúvidas com os professores, o que chega a incomodar os alunos mais jovens na sala de aula. "Sair com dúvida é o caminho mais curto para o insucesso". Para ele, "matéria dada é matéria estudada". O administrador considera um privilégio poder se dedicar aos estudos em tempo integral. "Sempre estudei até me achar o mais preparado possível". Para Tonini, a força de vontade é o que conta, não a idade. "É a motivação que rege o bom desempenho. Se não tiver gosto pela leitura, pode esquecer. Concurso é para quem gosta de estudar mesmo". 11 horas diárias de estudo O engenheiro eletrônico Paul Vidoris, de 57 anos, leva tão a sério a oportunidade de ser auditor da Receita Federal que, além de fazer cursinho preparatório pela manhã - das 8h às 11h -, estuda diariamente oito horas - só pára para o almoço e jantar. "Sou privilegiado. Posso me dedicar aos estudos em período integral". Ele trabalhou até fevereiro em uma empresa de telecomunicações, quando foi chamado para participar do programa de desligamento incentivado. No dia seguinte à demissão, ele se aposentou. Assim que saiu da empresa, ele começou a fazer o curso. "A idéia de prestar concurso foi amadurecendo à medida que as dispensas foram se efetivando, levando em conta a idade, o salário e a proximidade da aposentadoria dos empregados." Ele afirma que não voltará mais para a iniciativa privada e decidiu prestar concurso por causa de dois fatores: quer continuar tendo uma atividade pois não consegue ficar parado e por causa da estabilidade e da renda que o cargo público proporciona. Vidoris diz que tem estudado muito mais do que quando estava na faculdade. Ele se prepara fazendo anotações nos próprios livros e apostilas. "Primeiro eu leio as matérias de forma geral, rapidamente, e depois eu retomo para assimilar os pontos mais importantes de cada disciplina". Ele diz detestar estudar no computador. "Essa história de que o computador substitui o livro é balela", diz. Para Paul, a melhor forma de estudar é fazendo exercícios. Enquanto não sai o concurso da Receita Federal, Paul presta outros exames para treinar - já fez concurso para a Câmara dos Deputados e para Câmara Municipal de São Paulo, e vai prestar o do banco Nossa Caixa. E avisa: se passar em algum que valha a pena, volta a trabalhar, mas sem se esquecer do sonho de se tornar auditor fiscal. Fonte: G1

Aprenda a Estudar

Aprenda a Estudar - Um Guia para o Sucesso na Escola “Os alunos não sabem estudar!”—ouve-se, com frequência, nas nossas escolas. Mostra a experiência que muitos estudantes, apesar da sua capacidade e do seu esforço, acabam por ter insucesso, pois trabalham sem método ou com métodos inadequados. Como qualquer outra actividade humana, o estudo exige o domínio de técnicas especificas. Sem elas, o esforço é ineficaz. Daí a necessidade de aprender a estudar… Download

Quem estuda sozinho, tem chance?

Frequentar um curso preparatório é sempre bom, mas, se não for possível, o candidato pode estudar por conta própria A busca por um emprego estável no funcionalismo público vem, muitas vezes, acompanhada da ideia de que apenas os candidatos que se preparam em cursinhos conseguem a vaga desejada. No entanto, a falta de recursos financeiros e tempo, principalmente, são fatores que afastam muitas pessoas das salas de aula e fazem possíveis candidatos desistirem de prestar o concurso por terem que estudar por conta própria. Mas é possível conquistar uma vaga em concursos tão concorridos estudando sozinho? O juiz federal, professor e escritor, William Douglas, garante que sim. Especialista na área de concursos públicos, ele afirma que basta observar o número de inscritos em cursinhos e dos aprovados nos processos seletivos para confirmar sua tese. “Muita gente que passa não fez o cursinho”, diz. Douglas explica que frequentar um curso preparatório é sempre válido, mas, se não for possível, a dica é não desanimar e buscar outras formas de estudo. “Ninguém desanime se não tiver tempo ou dinheiro para fazer os cursos. Se puder fazer, vale a pena, mas se não puder, estude em casa, usando os programas dos editais, a internet e o extenso material disponível atualmente em livros e apostilas. O que faz alguém passar é o esforço e dedicação; o cursinho é bom, mas não é um requisito totalmente indispensável”, comenta. Para ele, a principal característica que essas pessoas devem ter para alcançar os objetivos é a força de vontade. “O ideal é somar motivação com preparação. Só motivação não resolve, mas só disposição, sem força de vontade, também não resolve. A pessoa que tiver força de vontade e disposição para estudar e treinar até estar preparado vai passar, com certeza. Costumo dizer que a diferença entre o sonho e a realidade é a quantidade certa de tempo e trabalho”. Fonte: jcconcursos.com.br

Motivação e Sucesso - Gilclér Regina - Audiobook

Consultor de vendas, motivação, gestão e recursos humanos há 20 anos, tendo atuado também como executivo. Articulista de vários jornais e revistas. É formado em Administração de Empresas com especialização em Dinâmica Humana pelo The National Value Center, em Denton, Texas (EUA). Motivação e Sucesso é a junção de vários ensinamentos práticos mostrados através de casos, que pode ser aplicado em seu dia como busca de sucesso e melhoria de qualidade de vida. Mensagens de Motivação com fundo musical. Tamanho: 42.7 MB Motivação e Sucesso 1 Tamanho: 97.5 Motivação e Sucesso 2 Tamanho: 74.4 Motivação e Sucesso 3 Tamanho: 92.3 Motivação e Sucesso 4

Artigo - As dobraduras dos lenços

Há momentos em que o velho se revela em mim, e isto acontece cada vez mais. Antigamente, eu era o mais novo nas conversas e mesas... o que já não é tão comum. Já dei aula para juízes, professores, que passaram por mim há alguns anos e, agora, sentam-se comigo. Anoto: uma honra gratificante. E nem falo das palestras sobre concursos, onde cada vez mais recebo a "visita" de concurseiros já aprovados, que vão apenas levar o abraço e a notícia, sempre alvissareira, de seus merecidos sucessos. Sou amigo dos pais de vários profissionais com que lido. Bem, fui amigo primeiro dos pais, entende? Em um relance mais difícil, recebo do oftalmologista novos bilhetes, com números mais altos, que me obrigam a fazer novas lentes. Curiosamente, quando começo a entender um pouco mais do mundo pelos olhos da emoção, os olhos físicos vão ficando mais frágeis. Há alguns anos disse que possuía todas as respostas para o mundo no meu bolso, que só me faltava achar os botões da calça. Sigo tentando achar os botões, estou certo, mais uns duzentos ou trezentos anos, e eu finalmente entenderei tudo: o amor, os filhos, a alma humana, esse meu maior desafio. Bem, se você pretendia ler algo objetivo sobre concursos, já viu que não é hoje, rs. Pois é, há textos motivacionais, outros técnicos, assuntos institucionais, há cartas de leitores respondidas e, vez ou outra, apenas reflexões entre amigos. Melhor seria se estivéssemos num bar, numa mesa alegre, serena, divertida, com algum vinho ou coisa parecida, além de alguns petiscos. A internet ainda chega lá, um dia. Por ora, só temos a conversa, mas isso já significa que partilhamos a mesma mesa, embora estejamos distantes geograficamente falando. Sobre envelhecer, minha mulher, sete anos mais jovem, me lembra disso algumas vezes. Ela insiste em que eu abandone os lenços de tecido, trocando-os pelos de papel – muito mais práticos, higiênicos, modernos etc. Curiosamente, a habilidade dos lenços e sua descartabilidade não me dizem coisa alguma. Explico. Minha mãe, já ida, não me deixava sair sem um lenço limpo, que em sua mente materna, julgava indispensável para um homem correto. Ela ensinou coisas mais sérias, como não sair de casa nem fazer refeição sem camisa, sobre ser honesto, tratar bem as pessoas e a não fechar as portas, pois o mundo é pequeno. Mas também tinha essas coisas pequenas, ou aparentemente pequenas, como achar que uma boa esposa devia tocar piano e eu tinha que ter sempre um lenço limpo no bolso. Havia nela, também, algumas coisas ruins, como não cuidar direito da saúde e do aspecto emocional, e morrer de câncer. Mas falarei apenas dos lenços. Eu não saía de casa sem um deles, e era um presente comum eu receber dela outra caixa. Logo, enquanto houver lenços de pano eu desprezarei os de papel, porque, de alguma forma muito louca, quando os tenho no bolso, tenho um pouco da mãe partida, e quando o assôo é como se os próprios dedos de minha mãe tocassem a ponta de meu nariz, quando me seco é como se a sua mão passasse novamente pela minha face. E, não tenham dúvidas, qualquer homem daria seu braço direito para ser tocado, novamente, na face, pela mãe já morta. Por isso mesmo, no livro A última carta do tenente, é que alerto: “todos os que não estiverem com a mãe morta ou no CTI, corram, ainda é tempo!”. Sim, eu visitei, liguei e conversei com ela menos do que podia e devia, e o concurso foi parte disso. Imaturo, jovem, como só uma mãe pode entender, cuidei mais da carreira do que era sensato. E, agora, o que posso fazer é consolar-me pelos acertos que de fato tive e alertar os amigos: liguem, visitem, passeiem, tolerem, riam, façam agrados e vontades. Eu os invejo, e invejarei cada dia, bem como alertarei a todos que estiverem com a mãe viva: corram, ainda é tempo! Mas falemos dos lenços. Um dia destes recebi da gaveta um lencinho pequeno, sensivelmente menor que de costume, um quadradinho. Protestei com a esposa por terem trocados meus lenços. A dimensão normal deles é de 10 x 10 cm, estes que peguei estavam com 7 x 7 cm. Não é coisa de velho, é que abertos os primeiros se encaixam no meu rosto, já que não sou lá muito pequeno, e o novo modelo não era tão bom para cobrir meu nariz. A esposa, paciente, alertou-me que era o mesmo lenço, que apenas tinha sido dobrado de forma diferente. Imediatamente, meu lado cientista e pesquisador foi fazer as conferências. Percebi que realmente ele era mais "gordinho" que o modelo tradicional, aquele que além de útil, me lembra a senhora minha mãe. Suspeitei, então, estar passando ao largo de uma verdade essencial e desejei bebê-la. "Verdade essencial" é qualquer grande conclusão, aprendizado, lição ou frase que você pode assimilar na vida. Estão por aí, nos livros, filmes, peças de teatro, nas conversas com sábios, idosos e crianças, ou, por vezes, em situações vividas, ou escondidas numa paisagem no horizonte. Sou um caçador delas. O livro Como passar em Provas e Concursos, por exemplo, é uma coleção de verdades essenciais sobre como passar em provas e concursos; A Última carta do Tenente, uma coleção de verdades essenciais sobre o sentido da vida; o Maratona, sobre as corridas da vida e da superação pessoal, e assim por diante. Depois de escrever para mim, para os outros, para atender encomendas das editoras etc., hoje finalmente escrevo para meus filhos, desejando que eles – caso leiam meus livros – encontrem mais facilmente algumas das verdades essenciais que demorei e sofri muito para, enfim, apreender. A verdade essencial escondida no lenço é que, me corrijam se estiver errado, conforme nos dobramos, podemos ser maiores ou menores. Nosso tamanho é influenciado pela forma como nos dobramos. E, curiosamente, daí também deriva um segundo enunciado filosofal: de um modo ou de outro, os lenços continuam tendo o mesmo tamanho quando se desdobram. Uma folha de papel pode virar apenas uma bola amassada, um aviãozinho ou, nas mãos de um mestre de origami, uma obra de arte. Começarei pela segunda observação: todos os homens têm valor igual. Como aprendi na Faculdade de Filosofia, UFRJ, o homem que souber todas as coisas não saberá o que é ser ignorante. O homem repleto de bens e propriedades não tem a tranqüilidade do pescador humilde; o grande executivo pode não ter a vida pausada do porteiro. Não existe nada de graça: todas as coisas possuem seu preço e seu respectivo ônus. No nosso campo, o servidor público não poderá ter seu iate, mas, em compensação, tem um horário de trabalho definido e uma qualidade de vida irrealizável para a maior parte dos empresários e executivos. Eu reduzi minhas palestras à metade para ficar com meus filhos, reduzindo a velocidade de expansão profissional em troca de uma outra expansão, não mensurável pelas mesmas vias. São apenas escolhas. Durante muito tempo curti menos os prazeres da vida em troca de conhecimento para hoje, aprovado nos concursos, fazer estas coisas em outro patamar de vida. São apenas escolhas. Mas, no final, todos os homens valem a mesma coisa. Como diz a Declaração Universal dos Direitos do Homem, todos nascemos iguais em dignidade e direitos, e devemos nos comportar uns em relação aos outros com espírito de fraternidade. O sábio não pode valer mais do que o tolo, nem o abastado mais que o miserável. O bondoso não é, e isso me assusta, mais importante que o canalha, e suspeito que todos tenhamos mesmo o bondoso e o canalha, o malvado e o filantropo, escondidos em nossas carnes. Como diz Montaigne, “Cada homem carrega a forma inteira da condição humana”. Mas falemos dos lenços. Há alguns homens que não se dobram aos estudos, não se dobram à disciplina, não se dobram aos movimentos necessários para vencer os próprios obstáculos. São pessoas que serão pequenas, ou, melhor, menores do que poderiam. Mas quem se dobra mais não fica menor? Não. Depende do ângulo que você olha: o mais dobrado, visto de lado, é mais alto. A questão não é se você vai se dobrar ou não. Você não tem essa escolha. O que podemos escolher é ao que nos dobrar, a forma, quando, como e por quanto tempo. E o sucesso ou não dessas decisões vais depender do ângulo de visão escolhido. Sempre existirão obstáculos entre um homem e seu sonho. Mas, como já foi dito: "obstáculos são aquelas coisas assustadoras que você vê quando deixa de focar os seus sonhos". Algumas pessoas se dobram, se curvam mesmo, para pegar o que desejam. Outras não. Algumas consertam seus erros e persistem, outras não. Lembro de minha adolescência e primeira juventude, quando era ridicularizado pelos que me consideravam bobo e tolo de estudar tanto, de acreditar tanto, de perder tanto. Eu apenas estava me dobrando como um lenço que desejava ser grande. Dobrar-se humildemente, dobrar-se com paciência e perseverança, dobrar-se ao som do sonho. E a vida e o tempo me recompensaram pelos meus esforços. A vida sempre recompensa. Não me dobrei tanto quanto devia aos cuidados com a mãe, nem com a saúde, e fiquei menor, tendo que pagar um preço sobre isso. Felizmente, cuidei alguma coisa de minha genitora, o que me consola, e estou vivo ainda, o que me permite recuperar a saúde que me for possível. Há quem se dobre e faça reverência à preguiça, à omissão, à apatia, ao medo do fracasso ou aos outros temores naturais de qualquer empreitada, e ficam menores, menores mesmo, comparados ao que poderiam. Como cantava Renato Russo, citando a Desiderata, “muitos temores nascem do cansaço ou da solidão”. Mas se o cansaço é de estudar, e a solidão é por estar estudando, daí também nascem plantas boas: conhecimento, competência, aprovação, sucesso. Volto ao tema: assim como todos valemos intrinsecamente por sermos humanos, assim como sempre temos escolhas enquanto estamos respirando, todos nós, homens e lenços, nos dobramos. Não há como não nos dobrarmos. Como disse o filósofo Rocky Balboa, a quem, junto com Ferris Bueller, Forrest Gump e Rod Tidwell, homenageio em um de meus livros, o fato é que "ninguém bate mais forte do que a vida". É vero. Ninguém bate mais forte do que ela... e, ao mesmo tempo, ela é tudo o que nós temos, e é bonita. Um espetáculo sem ensaio, irresistível e que estréia todos os dias. Logo, já que a vida é irrecusável, você terá que se dobrar como qualquer lenço. Mas pode escolher a que se dobrar, como e quanto. E dessas suas decisões sairá desenhado e definido o seu tamanho. E, sempre que quiser, você poderá se desdobrar e fazer um outro desenho. A vida é um lenço, flexível, que você tem no seu bolso. Autor: WILLIAM DOUGLAS RESINENTE DOS SANTOS é Juiz Federal, Titular da 4ª Vara Federal de Niterói - Rio de Janeiro

Conhecimento em software livre pode ser o diferencial

Candidatos do concurso do Banco do Brasil precisam ter domínio de Linux e BrOffice.org. Esses programas são cada vez mais utilizados em órgãos públicos federais

No último concurso do Banco do Brasil, caíram 20 questões de Informática. Entre as exigências da prova, estava o conhecimento de softwares livres, como o sistema operacional Linux e a suíte de aplicativos, ou seja, o conjunto de programas BrOffice.org. Essa é uma cobrança que tende a se repetir no certame previsto para este ano, uma vez que esses programas costumam ser utilizados em órgãos públicos federais. É o que a avisa o professor do Interativo Cursos, Fabiano Monteiro.

“A cobrança maior na parte de software está na divisão dos sistemas operacionais. O livre, com o Linux e os aplicativos Writer, Calc e Impress do BROffice.org. E o chamado proprietário, com a Microsoft e seus Windows, assim como os programas do Office - Word, Excel e Power Point. Em concursos, o mais requisitado é o Windows XP. As versões mais novas do Vista ainda não foram cobradas, mas é bom o candidato ficar preparado. Já na parte de hardware, as novas tecnologias é um assunto que precisa ser visto pelos candidatos”, aconselha Monteiro.

Para os concurseiros sem domínio dos softwares livres, existem versões do BROffice.org que podem ser instaladas no Windows, assim como distribuições do Linux que rodam em CD, não precisando ocupar espaço no computador. “A falta de vivência com esses programas é a maior dificuldade dos candidatos. Por isso, recomendo o manuseio deles para o concurseiro se sentir mais seguro. O importante é o conhecimento das aplicações dos programas, a identificação dos menus e saber o uso dos ícones”, diz Fabiano Monteiro. Outro assunto crescente nas avaliações são os conceitos de proteção e segurança, como a política de backup, de uso de senha, a criptografia, os certificados digitais e ataques de vírus. “A Cespe/Unb utiliza bastante figuras e textos para análise”, pontua. A instituição é a organizadora do concurso.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CONCURSO

CONHECIMENTOS GERAIS DE INFORMÁTICA: 1 Conceitos de informática, hardware e software. 2 Ambientes operacionais Windows e Linux. 3 Processador de texto (Word e BrOffice.org Writer). 4 Planilhas eletrônicas (Excel e BrOffice.org Calc). 5 Editor de Apresentações (PowerPoint e BrOffice.org Impress). 6 Conceitos de tecnologias relacionadas à Internet e Intranet, Protocolos Web, World Wide Web, Navegador Internet (Internet Explorer e Mozilla Firefox), busca e pesquisa na Web. 7 Conceitos de tecnologias e ferramentas de colaboração, correio eletrônico, grupos de discussão, fóruns e wikis. 8 Conceitos de proteção e segurança, realização de cópias de segurança (backup), vírus e ataques a computadores. 9 Conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas. 10 Conceitos de educação à distância. 11 Conceitos de acesso à distância a computadores. 12 Conceitos de tecnologias e ferramentas multimídia, de reprodução de áudio e vídeo.

DICAS

- Resolver questões de provas anteriores;
- Estudar menus, teclas de atalho e visualização de ícones;
- Baixar versões do BROffice.org. O download pode ser feito no site www.broffice.org;
- O Linux possui várias distribuições. O candidato pode usar o Kurumin, brasileiro, considerado o mais fácil e ainda roda em CD. O download pode ser feito no site http://www.gdhpress.com.br/kurumin/. Por ser um arquivo grande, internautas com conexão lenta podem não ser beneficiados. Quem quiser encomendar, a preço barato, um CD do sistema operacional, pode entrar no www.linuxmall.com.br;

Baixem aqui apostila sobre OpenOffice

Fonte da matéria: folhape.com.br

Livro - Teste sua inteligência



Este ebook apresenta uma série de testes para você avaliar sua capacidade mental e intelectual e descobrir como anda sua inteligência.

Embora não se trate de uma avaliação profissional, os testes apresentados são uma maneira divertida e informativa de exercitar sua capacidade de raciocínio e resolução de problemas, desafiar sua mente, desenvolver seu potencial de desempenho e obter uma classificação aproximada de seu desempenho.

  • Tam.: 7,45 MB
  • Hospedagem: Rapidshare/Easyshare

Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes



O autor mostra como melhorar seu desempenho no trabalho e conquistar satisfação pessoal por meio de sete hábitos: ser produtivo, conquistar liderança interpessoal, comunicar-se empaticamente, renovar-se sempre e utilizar a criatividade.





Como passar em Provas e Concursos

Como passar em Provas e Concursos

Como passar em Provas e Concursos
Este livro e o primeiro, melhor e mais completo guia sobre tecnicas de estudo disponivel no mercado, com uma vendagem superior a 70 mil exemplares.


Estilo: Curso

Tamanho: 1,9 Mb

Idioma: Português

Formato: Zip

Easy-Share RapidShare